segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Sentimentalismo politico na minha cidade

imagem meramente ilustrativa 
   Não é de hoje que escolhemos quem nos representa no estado como o mais inteligente e nem tão pouco o mais capacitado para exercer tão função, seguimos o sentimentalismo, seja ele por afeição social ou até mesmo pelo coração (seguindo a linha piegas de ser). O que não é de um todo ruim, mas nos deixa vulnerável a aceitar o que vem como consequência. "A mais eu não aceito!" disse o ser humano #ForaDilma, "Tão pouco eu!" Falou outro ser humano #ForaTemer, porém convenhamos, isso é pura hipocrisia da falsa democracia elitista. 
  O que você precisa entender é que em Macapá isso toma proporções muito maiores, destrói famílias, acaba com amizades e relacionamentos, tudo movido por interesses velados como ideologias, as pessoas realmente vestem a camisa, fazem bandeiradas e justificam as atitudes de seus candidatos assim como fies defendem jesus, messias e até a existência do diabo, os melhores argumentos de defesa são: "Como se teu candidato não roubasse também!", "Vou chamar meu advogado na Alemanha!". Assim como os clássicos no futebol, você precisa escolher um tipo, dizer que seu voto é nulo chega ser ofensivo, "Você vai ainda quer mudar o brasil com uma atitude dessa!" é a represália, pobre do ser humano que busca por todos os meios o seu lugar ao sol, que se faz acreditar em atores que fazem de tudo para busca os meios de preencher suas contas bancarias, não tenho pena daquele que aceita R$ 50 pilas pra segurar bandeira ou fazer aquela propaganda linda que só funciona no país das maravilhas também conhecido como Brasil, até apoio e fico torcendo pra que seu candidato ganhe, pro seu esforço valer a pena e garanta seu contrato desejado, mas não venha reclamar da crise ou que o estado não progrediu porra nem uma, não deixe a mascara sorridente do teatro mostra sua boca curvada para baixo!

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